sexta-feira, 14 de agosto de 2009


Sétima e oitava oficina

No dia 03 de agosto concluímos as 40 horas de encontros para estudo do Gestar II, realizando o estudo do TP5.
Iniciamos o mesmo com a "dinâmica da lista". Tivemos um momento reflexivo ao respondermos as questões:
1.Faça uma lista de 10 grandes amigos.
a) Refaça esta lista com os nomes dos amigos que hoje você ainda vê.
2. Faça uma lista de 5 sonhos que você tinha há 5 anos atrás.
a) Refaça esta lista escrevendo os sonhos que já realizou.
b) Escreva 5 sonhos que você quer realizar daqui há 10 anos.
3. Faça uma lista de 10 coisas que você considera fútil e vulgar.
a) Refaça a lista colocando 10 valores imprescindíveis atualmente.
4. Faça uma lista de 5 alunos que você traz na memória, mas não estão presentes no cotidiano.
a) Refaça a lista com o nome de 5 alunos que deixarão saudades.
5. Faça uma lista de 10 colegas que começaram a sua história como professora.
a) Refaça a lista escrevendo o nome dos professores que continuam lutando pelo magistério.

Em seguida ouvimos e assistimos o clipe: "A lista" de Oswaldo Montenegro. Para finalizar a dinâmica fizemos o amigo secreto do dia, em que cada um escreveu uma mensagem para seu amigo e compartilhou um abraço.
Logo após lemos o texto “CADA UM É CADA UM” de José Roberto Torero e comentamos o estilo de cada um, as diferenças, e constatamos o que é estilo e o que é variante lingüística, pois a diferença entre elas está na intenção do indivíduo no momento da fala. Se esta contém uma carga de expressividade, porque o falante deseja manifestar ou transmitir emoção naquele ato de fala específico, esse fato é matéria da estilística. Se, ao contrário, um certo indivíduo tem como característica permanente uma forma particular de uso da língua, esse fato constitui um idioleto e pertence a linguística. A língua apresenta variações, conforme os grupos que a usam. Cada uma das variantes da língua usada por um grupo apresenta regularidades, recursos normais para aquele grupo e a estilística estuda os valores ligados à sonoridade, à significação e formação das palavras, à constituição da frase e do discurso.
Em seguida fizemos uma lista de provérbios, os quais socializamos e reescrevemos alguns modificando o final.

CORRIGINDO DITADOS
1.. É dando.............................que se engravida.
2.. Quem ri por último.............é retardado.
3.. Alegria de pobre............... é impossível.
4.. Quem com ferro fere............não sabe como dói.
5.. Sol e chuva....................vou sair de guarda-chuva.
6.. Em casa de ferreiro............só tem ferro.
7.. Devo, não pago.................nego enquanto puder.
8.. Quem tem boca, fala........... quem tem condição vai a Roma.
9.. Gato escaldado ................morre.
10..Quem espera....................sempre cansa.
11..Quando um não quer.............o outro insiste.
12..Os últimos.....................serão desclassificados.
13..Há males.......................que vem pra piorar.
14..Se Maomé não vai à montanha....então vai à praia.
15..A esperança e a sogra..........são as últimas que morrem.
16..Quem dá aos pobres.............cria o filho sozinha.
17..Depois da tempestade...........vem a gripe.
18..Devagar........................se chega tarde.
19..Antes tarde....................do que mais tarde ou não vir.
20..Em terra de cego...............quem tem um olho é caolho.
21..Quem cedo madruga..............fica com sono o dia inteiro.
22..Pau que nasce torto............mija fora da privada.
Fizemos o estudo, debate sobre coerência e coesão do texto, visto que a coerência é um dos fatores de textualidade que permitem fazer de um amontoado de frases um texto. Mas ela não se prende exclusivamente a aspectos linguísticos: é resultado da interação entre os interlocutores – autor e leitor – com o texto, e pelo texto numa dada situação sócio-comunicativa. A dimensão linguística fornece pistas para que, na leitura, seja (re)construído um mundo textual, que pode ou não coincidir com a versão que se tenha do mundo real. A coerência pode estar ligada a uma interpretação e, por isso, depende, em grande parte, das inferências que o leitor seja capaz de fazer a partir das pistas textuais e de seu conhecimento do tema e do mundo. Por isso, para o estabelecimento da coerência textual, contribuem tanto fatores linguísticos quanto aqueles ligados ao contexto situacional, os interlocutores em si, suas crenças e intenções comunicativas, além da função comunicativa do texto em si. A coerência não é uma questão de tudo ou nada, mas de gradação de possibilidades. Com o domínio de habilidades de leitura desenvolve-se a consciência para as estratégias que utilizamos na apreensão dessas pistas. Assim, torna-se importante o equilíbrio entre as informações que já são do conhecimento prévio do leitor e as informações novas que o texto pretende trazer.
AAA5 – versão professor (atividades página 57 e 62). Feitas as atividades e apresentadas as demais cursistas, passamos aos relatos do avançando na prática – unidades 17 e 18, que são sempre bem vindos, pois é o momento em que trocamos experiências válidas como sugestões a serem aplicadas. Também foram apresentados os avançando na prática unidades 19 e 20. Em seguida elavoramos um texto publicitário (atividade da página 257-TP5) provocando o interesse dos "compradores" por meio de uma frase negativa aliada a informações sobre o produto.

Sempre estive em tuas mãos. Rolei entre seus dedos. Muitas vezes me senti sufocada, apertada, molhada de suor. Nunca mais vou ser a mesma. Me acabei de tanto ser usado.
Agora jogue-me no lixo!
Acabou.
Adeus.
Vou sumir da sua vida.
Da sua
Caneta.


Formamos duplas para elaboração de um texto de avaliação dos encontros do Gestar até o momento. E para encerramento da oficina assistimos a um slides "expressões idiomáticas".

AVALIAÇÃO DO GESTAR II
O Gestar é um programa que veio contribuir para a nossa prática pedagógica. Além de nos dar a fundamentação teórica, traz sugestões de atividades e oportuniza a socialização de experiências entre as cursistas que tem sido significativas para nós, bem como tem tornado nossas aulas mais interessantes e motivadas.Os encontros foram maravilhosos, a professora formadora está muito bem preparada, procura trazer materiais atualizados e dinâmicos sobre os conteúdos de língua portuguesa, bem como estimula-nos com vídeos motivacionais e orientações pertinentes.A recepção dos alunos quanto as práticas está sendo muito positiva. Os mesmos têm participado ativamente das atividades, têm produzido textos cada vez melhores e aguardam ansiosos por novidades. Além disso, têm acompanhado as informações postadas nos blogs e têm motivado-se a criar um blog coletivo.O material disponibilizado pelo Gestar II traz discussões lingüísticas atuais, incentiva a leitura e a produção escrita tanto do aluno quanto do professor. Uma das maiores dificuldades enfrentadas tem sido a falta de tempo para dar conta dos TPs, fazer os relatórios, bem como aplicar todas as atividades que gostaríamos em sala de aula, até porque cada escola tem um Plano de Curso que não pode simplesmente ficar de lado.Apesar disso, avaliamos positivamente o programa desenvolvido até aqui e esperamos continuar a nossa caminhada em busca de formação e conhecimento.
Cursistas: Luciane e Lisete.


segunda-feira, 10 de agosto de 2009


Quinta e sexta oficina

Realizamos estudo do TP4 no encontro que aconteceu dia 14 de julho. Iniciamos com a “dinâmica da estrela” que tinha em cada ponta um cartaz com uma pergunta: o que é FELICIDADE?; o que constrói a felicidade?; o que destrói a felicidade?; quem é responsável pela tua felicidade? Todos os participantes se distribuiram pelas pontas que continham um cartaz, formando grupos para discussão da questão. Após foram apresentadas as conclusões a respeito da FELICIDADE ao grande grupo. A reflexão sobre o assunto encerrou-se com a frase “Fundamental é ser feliz”.
Em seguida assistimos a um slides, “Caminhos para a felicidade”, com diferentes conceitos de pensadores e personagens da história do mundo como Gandhi, Platão, Jesus, Shakespeare, entre outros. Pode-se concluir a partir desta leitura que a felicidade não está no lugar onde se deseja chegar, está no caminho que se segue para chegar ao desejado lugar.
Logo após assistimos em data show a uma palestra de Ariano Suassuna na qual abordou a temática da leitura e do letramento. Sobre o mesmo tema, letramento, assistimos e ouvimos uma poesia com imagens da autora Kate Chong.
Neste encontro também ouvimos algumas explanações da instrutora Daiana referente ao mesmo assunto. Ela nos colocou alguns conceitos como:

Leitura: o processo de leitura pode ser considerado uma sequência de perguntas/hipóteses que
o leitor faz em torno do texto. Por isso nossas perguntas devem ajudar o aluno a avançar na
formulação de suas próprias perguntas, caminhando para uma leitura autônoma. Daí a
importância de se trabalhar também, com perguntas formuladas pelos próprios alunos. Da
mesma forma, é importante pensarmos que o trabalho com o texto pode ser muito mais
produtivo quando é uma atividade compartilhada.

Letramento (prática de leitura e escrita) é abrir as portas e janelas do mundo por meio da leitura, da oralidade e ser capaz de se relacionar bem nas diversas práticas sociais. (Magda Soares)

Alfabetização é um processo do letramento.

Competência comunicativa é adquirida na escola. Capacidade de transitar no meio.

No momento seguinte reunimo-nos em grupos (de acordo com a problemática que cada cursista enfrenta em sala de aula com seus alunos) para a elaboração de um projeto a ser aplicado nas escolas onde trabalhamos. Márcia, Isoldi, Simone, Nair e eu optamos pela prática da leitura, sendo esta uma dificuldade que encontramos nas aulas de Língua Portuguesa, pois os alunos quando chegam na 6ª e 7ª série perdem o interesse em ler, não conseguindo em sua maioria ler um livro do início ao fim. Elaboramos, portanto, o projeto Leitura, “Ler com prazer, é só querer” com a intenção de despertar em nossos alunos a vontade de ler e, consequentemete, criar o hábito da leitura.
Em seguida realizamos a atividade da página 221 (TP4), em que produzimos um plano de aula a partir da imagem da página anterior (figura das crianças identificadas com uma profissão).

Atividades:
1. Recortar o texto em formato de cartas.
2. Deixar cada aluno escolher uma carta.
3. A carta será sua identificação.
4. Em grande grupo, cada aluno falará sobre a profissão da carta que escolheu (Função que exerce, instrumentos que usa, vestimenta, horário de trabalho, formação, salário, etc).
5. Escrever uma carta para o profissional escolhido explicando o que quer saber sobre a profissão.
6. Preencher o envelope e enviar ao profissional.
7. Ao receber a resposta, socializar a mesma com a turma, verificando se o que ele escreveu confere com as hipóteses elencadas sobre o mesmo na aula anterior.
8. O professor salienta que todas as profissões são importantes e que cada um de nós, com seu esforço, é capaz de exercer uma profissão.

A atividade de encerramento do encontro foi um slides “Vamos ver seu nível de estresse” com imagens de ilusão de ótica.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009



Avançando na prática

A prática da produção textual, em especial a narração, deve ser constante com alunos de 5ª série, porém precisa ser criativa e diversificada para não tornar-se uma tarefa repetitiva e cansativa. A sugestão da unidade 19, do TP5, veio ao encontro desta necessidade e foi também muito bem aceita pela turma.
Cada aluno recebeu cinco pedaços de papel (1/8 de folha de ofício) nos quais teve que responder, individualmente a cada uma das seguintes perguntas:

a) O que aconteceu?
b) Onde aconteceu?
c) Quando aconteceu?
d) Quem foram os envolvidos?
e) Como tudo se resolveu?

Todas as respostas foram colocadas em caixinhas separadas. Em seguida cada aluno retirou, por soteio, uma resposta de cada caixa e com estas escreveu uma história, observando que as informações fossem interligadas com mecanismos de coesão para que a mesma tivesse boa coerência.
A princípio acharam que teriam dificuldade em relacionar os fatos que constavam nos papeizinhos, mas com um pouco mais de persistência e atenção acabaram produzindo narrativas diferentes, criativas e até engraçadas. Gostaram muito e com certeza esta técnica de produção de narração será desenvolvida novamente em outras oportunidades.

a) O que aconteceu?uma viagem.
b) Onde aconteceu?em um navio.
c) Quando aconteceu?15h da tarde de domingo.
d) Quem foram os envolvidos?alunos, professores e famílias de Humaitá.
e) Como tudo se resolveu?escreveram um livro contando tudo.

Uma viagem inesquecível

Alunos, professores e famílias de Humaitá organizaram uma viagem à São Paulo. Iriam de navio.
Saíram no sábado de madrugada às 5h e 30min. Mas foi à tarde que algo terrível aconteceu.
Eram 15h da tarde de domingo e no meio da viagem uma horrível tempestade, o piloto dormiu no leme e o navio seguiu seu próprio caminho, chegando em uma floresta gigante. O navio ficou encalhado. As pessoas ficaram desesperadas, os dias passavam e eles ainda lá, foi quando um outro navio passou por lá. Todas as pessoas gritaram para ele, o navio parou na praia e todos embarcaram, seriam dois dias de viagem.
Em plena viagem, Hugo, que era um dos tripulantes, escreveu um livro contando o acidente, o livro ficou pronto, eles chegaram em Humaitá e Hugo colocou seu livro à venda, foi um sucesso de vendas.
Produzido por Laura
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a) O que aconteceu? um acidente.
b) Onde aconteceu? na BR 462.
c) Quando aconteceu? às 5horas e 30minutos.
d) Quem foram os envolvidos? Juliane, Pedro, Ana, Carina e Paulo.
e) Como tudo se resolveu? voltaram felizes.

O acidente

Juliane, Pedro, Ana, Carina e Paulo estavam voltando do baile, Paulo estava dirigindo. Na metade da viagem, na BR 462, às 5 horas e 30 minutos da madrugada ele pegou no sono. Houve um grande acidente.
Juliano estava entre a vida e a morte e Paulo também, Pedro e Carina sofreram somente arranhões. Ana teve um ferimento na cabeça.
Quando voltaram do hospital, voltaram felizes, com muitas lembranças do acidente que sofreram.
Produzido por Daniel
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a) O que aconteceu? eles fugiram.
b) Onde aconteceu? em São Paulo.
c) Quando aconteceu? em um certo dia.
d) Quem foram os envolvidos? Sr. Carlos e Sr. Luiz.
e) Como tudo se resolveu? voltaram para casa.

A viagem

Sr. Carlos e Sr. Luiz moravam em São Paulo com seus filhos. Num certo dia eles resolveram fugir porque estavam enjoados de seus filhos.
Sr. Carlos e Sr. Luiz foram morar em Rio de Janeiro, mas não se deram muito bem, porque não estavam se adaptando. Sofreram muitas consequências, o dinheiro começou a faltar, pois as aposentadorias só davam para as despesas da casa.
Um mês se passou e eles já estavam morando debaixo da ponte, então o Sr. Carlos falou para o Sr. Luiz “vamos voltar para casa, já estou com saudades de meu filho". Então o senhor Luiz aceitou e disse que a vida de mendigo não era nada fácil. Aí no dia seguinte eles voltaram e prometeram nunca mais sair de suas casas.
Produzido por Viviane

domingo, 2 de agosto de 2009

Avançando na prática

Iniciei a atividade relatando aos alunos uma parte do meu dia, contei-lhes o que fiz em torno de uma hora e meia da tarde anterior. Em seguida pedi que pensassem em seu dia-a-dia, o que fazem, como fazem, onde vão, à que horas vão, quando voltam, etc. Depois expliquei-lhes que deveriam escrever um breve texto narrando uma parte do seu dia ou um caso que lhes aconteceu.
Após a elaboração do texto, os alunos leram suas produções livremente para os demais ouvirem.
Percebi com esta prática a dificuldade que possuem em fazer um recorte do seu dia para contar, ou seja, narrar apenas o que fizeram em certo espaço de tempo. Quem contou algo que fez à tarde, acabou contando toda a tarde. Quem contou algo que fez pela manhã contou a manhã inteira. Precisarei retornar a este tipo de texto para treinar nos alunos o relato de alguns momentos fragmentados do seu dia.

A grade maldita

Em um dia de tarde às 14 h e 30 min eu fui brincar, eu tinha dois anos. Subi em cima da grade, me pendurei e caí. A grade caiu em cima do meu braço.
A minha mãe Vera veio correndo para me ajudar, ela pegou no meu braço e viu que ele estava quebrado, ela correu para chamar o meu vô Rudi. Ele levou eu e a minha mãe no Hospital de Caridade, em Três Passos.
O meu vô Rudi já faleceu e a minha vó Frida também já faleceu. Mas eu gosto deles mesmo assim.

Produção do aluno Felipe
Avançando na prática

Levando em consideração a importância de propor-se aos alunos procedimentos que os ajudem a reconhecer a estrutura do texto e consequentemente a compreensão do mesmo, realizei com a 5ª série a atividade da seção 2, décima quinta unidade.
As duplas que se formaram receberam o início de um texto do gênero diário que deveria ser primeiramente lido e analisado, ou seja, compreender a organização do texto. A proposta seguinte foi de dar sequência ao diário dando-lhe também uma boa conclusão. Esta deve ser coerente com o gênero textual em foco e com as informações já constantes no início.

Camping

4 de janeiro
Querido diário!
Amanhã vamos procurar um lugar para acampar. Não aguentamos mais essa cidade.

7 de janeiro
Querido diário!
Achamos um lugar maravilhoso para camping. É tão bonito que papai combinou com uns amigos para voltarmos.

11 de janeiro
Querido diário!
Foi fantástico. Havia mais de dez casais com crianças, apaixonados pela natureza. Limpamos um pouco o local, derrubamos algumas árvores e agora há mais espaço para todos.

27 de janeiro
Querido diário!
O camping está cada vez melhor. O número de famílias já aumentou muito. Já tem churrasqueiras e sanitários.

03 de fevereiro
Querido diário!
Conheci um amigo, Paulo. O pai dele é dono de uma farmácia e vai abrir um ambulatório aqui. Ah, fizeram umas ruas pelo meio da floresta.

27 de fevereiro
Querido diário!
Instalaram luz e água em boa hora. É mais conforto.

O1 de março
Querido diário!
Começaram a constuir cabanas de madeira.

06 de março
Querido diário!
Começamos a colocar móveis de madeira e eletrodomésticos em nossa cabana.

17 de março
Querido diário!
Hoje foi o dia mais especial da minha vida. Fui passear com Paulo, meu grande amigo, por quem me apaixonei.

01 de abril
Querido diário!
Hoje Paulo virá em minha cabana assistir filme e comer pipoca. Deitamo-nos no colchão da sala quietos, de repente rolou um beijo.

10 de abril
Querido diário!
Eu e Paulo estamos completamente apaixonados, tanto é que estamos namorando.

30 de abril
Querido diário!
Hoje recebi uma notícia ruim do meu pai, que iremos embora do camping.

01 de maio
Querido diário!
Voltamos para a cidade. E o Paulo seguiu seu próprio destino.

Texto produzido por Diana e Liliane.